Eu sempre disse, e repito, que não há no Brasil instituição mais desonesta que o próprio Estado. Não estou falando em governo, em presidente, em Congresso, etc. Estou falando na instituição – o Estado brasileiro. E isso é coisa que vem de décadas e décadas. Não é de hoje. Ele é desonesto porque cobra impostos de países de primeiro mundo e devolve ao cidadão serviços de quinto mundo. Basta ver o caos em que se encontram a saúde pública, os transportes, a educação, etc. Basta acompanhar, também, pela imprensa, as frequentes denúncias de corrupção. O Estado brasileiro age como um comerciante desonesto, que cobra por um serviço ou bem que ele não fornece ao consumidor. É por isso que eu digo que, no Brasil, o cidadão e as empresas não são tributados, e sim roubados.
O vídeo abaixo, feito pelo vlogueiro carioca Felipe Neto, diz tudo. Embora ele exagere bastante nos palavrões, nos xingamentos, o que ele diz está totalmente de acordo com a realidade atual.
O governo faz uma campanha hipócrita contra a pirataria. Aí, ele põe a Polícia Federal e fiscais na rua para combater esse tipo de prática criminosa. No entanto, a pirataria continua forte, dando prejuízos às empresas fabricantes dos produtos originais e ao mercado fonográfico, que é um dos mais prejudicados.
A única forma de vencer a pirataria é acabar com os impostos desonestos que são cobrados neste país. O Estado brasileiro tem todo o direito e, na verdade, a obrigação, de cobrar impostos, de sobretaxar mercadorias, importadas e nacionais, comercializados aqui. Afinal de contas, o precisa sobreviver, precisa arcar com seus compromissos. Mas que cobre impsotos justos, de acordo com a realidade do País. Aí, obviamente, todo o mundo vai comprar mercadorias originais. É simples assim.
No entanto, o ele, o Estado, é ganancioso. Quer mais e mais impsotos. Não é à toa que o Brasil é um dos países mais tributados do mundo.
Nós, brasileiros, não nos negamos a pagar impostos. Afinal, o País precisar caminhar, as instituições, os serviços públicos e a máquina do governo precisam funcionar. Mas que se cobrem impostos justos. Só assim, vamos ter preços justos.
Veja, agora, o vídeo de Felipe Neto. Como eu disse, ele exagera nos palavrões, nos xingamentos. É o estilo dele. Mas, infelizmente, não deixa de ser um desabafo.
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