sábado, 23 de julho de 2011

Ando meio lacônico ultimamente

Pessoal, ultimamente tenho desenvolvido bastante meu poder de síntese, isso porque tenho usado bastante o Twitter, o famoso microblog, no qual o espaço para inserir um texto é de apenas 140 caracteres, bem como o Facebook, outro site de relacionamento bastante usado atualmente, que, dizem, está desbancando o Orkut no Brasil. Mas isso não significa que vou abandonar este blog. Como, às vezes, a gente tem que ser prolixo e escrever muito mais que 140 caracteres, vou estar por aqui expondo minhas ideias e, quando for o caso, passando alguma informação que julgue útil.

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domingo, 3 de julho de 2011

Dívida externa aumenta 43% em menos de 2 anos

Segundo reportagem da edição do jornal FOLHA DE S. PAULO deste domingo, dia 03 de julho de 2011, assinada por Gustavo Patu e Eduardo Cucolo. a queda nas taxas de juros em países desenvolvidos após a crise de 2009 e a forte retomada dos investimentos no Brasil provocaram a maior alta na dívida externa brasileira desde a implantação do Plano Real. De 2009 até maio último, a dívida externa conjunta de empresas, administrações públicas e famílias cresceu 43% e está hoje em R$ 284 bilhões.

Segundo a FOLHA, o cenário criado após o terremoto financeiro de 2008-2009 estimulou bancos e empresas do setor produtivo brasileiro a buscar empréstimos e financiamentos no mercado internacional para aplicar e investir no mercado doméstico - no qual a oferta de recursos é escassa e os juros são os mais altos do planeta. Com isso, a dívida externa, que era de pouco menos de R$ 200 bilhões no final de 2009, chegou a R$ 284 bilhões em maio. A parcela privada da dívida, hoje equivalente a três quartos do total, cresceu R$ 87 bilhões, enquanto a parcela pública da dívida encolheu R$ 1 bilhão.

Consultado pela FOLHA, o economista Julio Gomes de Almeida, do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial), afirma que, embora não haja risco imediato, o salto da dívida ameaça a sustentabilidade do crescimento econômico. Para Julio, o perigo mais óbvio da dependência crescente de capital externo é a eventual reversão do quadro favorável atual. A alta dos juros externos ou das cotações do dólar pode tanto criar dívidas impagáveis quanto derrubar a produção nacional.

No entanto, para o economista Bruno Lavieri, da consultoria Tendências, a dívida brasileira ainda é bastante contida, e o país continua sendo credor em moeda estrangeira, por conta das reservas elevadas. Para ele, o aumento do IOF conseguiu conter esse movimento de piora.
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Fonte: FOLHA DE S. PAULO – edição de 03/07/2011.

sábado, 2 de julho de 2011

Em tempo real no Twitter

Pessoal, ultimamente tenho desenvolvido bastante meu poder de síntese, isso porque tenho usado bastante o Twitter, que é o famoso microblog, no qual o espaço para inserir um texto é de apenas 140 caracteres. Mas isso não significa que vou abandonar este blog. Como, às vezes, a gente tem que ser prolixo e escrever muito mais que 140 caracteres, vou estar por aqui expondo minhas ideias e, quando for o caso, passando alguma informação que julgue útil.

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