sábado, 19 de dezembro de 2015
Natal, o primeiro e o maior golpe de marketing da história da humanidade
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Ideologia para quê?
sábado, 5 de dezembro de 2015
Novo blog
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
OS PERIGOS DA DOUTRINAÇÃO IDEOLÓGICA E/OU RELIGIOSA
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sábado, 14 de novembro de 2015
Terrorismo islâmicos? O que fazer com eles?
Ao longo das últimas décadas, especialmente durante a chamada “Guerra Fria”, as grandes potências, como Estados Unidos e seus aliados, assim como a União Soviética e seus satélites comunistas, financiaram grupos de guerrilha muçulmanos para lutarem a seu favor nos vários conflitos regionais que patrocinaram, componentes sujos da disputa ideológica e econômica que travavam entre si naquela época.
Os Estados Unidos, por exemplo, financiaram, nos anos 80, guerrilheiros islâmicos para lutarem contra a União Soviética, que havia invadido o Afeganistão. Com isso, criaram Bin Laden e a Al Qaeda. A união Soviética e seu herdeiro natural, o governo russo nacionalista de hoje, submeteram e submetem até hoje vários povos muçulmanos ao seu jugo.
O que esperar disso? A “Guerra Fria” acabou há um bom tempo, mas os mesmos erros continuam sendo cometidos, por parte dos Estados Unidos, que têm um presidente, hoje, curiosamente, de centro-esqurda, e de seus aliados ocidentais, e por parte da Rússia, que tem um presidente, hoje, curiosamente, também, populista, nacionalista e de direita.
E os monstros criados por eles estão aí, cometendo atrocidades, como as que aconteceram na última sexta à noite em Paris. O que fazer com eles?
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Não me esqueci deste espaço...
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
O PT precisa admitir seus erros e rever seus conceitos
Isso fez com aquele partido político, que nasceu do movimento sindical do final dos anos 70, no ABC paulista, que dizia carregar a bandeira da ética e da dignidade política, fosse se desgastando, perdendo credibilidade e se transformasse, hoje, em alvo de chacotas na mídia e nas redes sociais. Não bastasse isso, aquela velha desculpa de que o PT é vítima de perseguição das “elites”, da “mídia golpista”, do Ministério Público, do STF, da Secretaria Geral da ONU, dos Illuminati, da Santíssima Trindade, ou seja lá de quem for, não convence mais ninguém. Só os militantes apaixonados é que ainda caem nessa desculpa esfarrapada. Também não podemos aceitar a outra desculpa esfarrapada, principalmente para quem acompanhou a história do partido, desde suas origens, de que a corrupção não é exclusividade do PT, de que outros partidos também teriam errado. Isso não isenta, de forma nenhuma, o PT de sua postura totalmente inadequado na condução dos escândalos em que membros seus estiveram e estão envolvidos.
O PT cometeu erros e está pagando por eles. O partido, estigmatizado e com sua imagem desgastada, precisa mudar sua postura, desfazer-se da influência populista e demagógica da pseudoesquerda de alguns países latino-americanos, e voltar a ser o PT velho de guerra, defensor da ética, da boa conduta política, do verdadeiro trabalhador, e não de "parasitas do Estado". Foi nesse PT que eu votei um dia, ou pensei ter votado.
sábado, 18 de julho de 2015
Velhos discursos em pleno século XXI
Já faz quase um ano que não posto nada neste blog. Nesse período em que fiquei ausente, muita coisa aconteceu, mas felizmente estamos aqui. Vamos então ao que nos interessa agora.
Ultimamente, na mídia e, principalmente, nas chamadas “redes sociais”, em pleno século XXI, no ano 2015, tenho a impressão de que estamos vivendo ainda nos anos ou dias que antecederam o golpe civil-militar de 1964 no Brasil. Mesmo em um mundo globalizado, interligado pela comunicação rápida, com o mapa da Europa redesenhado, após a queda do Muro de Berlim, velhos discursos ressurgem, como se tivessem sido retirados de gavetas e armários, onde permaneceram por mais de cinquenta anos. Ouvimos de novo o discursos do “comunista criminoso” contra o “burguês explorador”; do “defensor da justiça social, da natureza e da diversidade” contra o “defensor da ordem, da moral, dos bons costumes e da propriedade”. São velhos discursos, embasados em ideologias ou conceitos que já deveriam estar na lata de lixo da história.
As únicas novidades inseridas nesses discursos são a as questões da sexualidade e ambientais, que entraram na ordem do dia das “boas intenções” da chamada “esquerda”, para , assim, se dizerem "progressistas".. Na chamada “direita” não houve tanto “avanço”, a não ser a substituição das “ligas das senhoras católicas” por pastores e padres mais comunicativos e eloquentes. No mais, parece que, passadas décadas, esses discursos ideológicos são os mesmos, tão utópicos quanto hipócritas. Nunca levaram a nada. Não é agora, no terceiro milênio, que eles vão resolver alguma coisa. O mundo, hoje, não tem mais espaço para filósofos em tempo integral nem para intelecualoides de boteco. Precisamos de novas ideias, que sejam reais, exequíveis, em conformidade com a realidade que vivemos, que temos, e não com a realidade que a gente gostaria de ter.
sábado, 30 de agosto de 2014
Aposta perigosa? Só o futuro dirá
O Brasil passa por um momento difícil. A economia brasileira encolheu 0,6% no segundo trimestre em comparação com os três primeiros meses de 2014, conforme dados divulgados ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Foi o segundo trimestre consecutivo de retração na economia do País, um dos sintomas típico recessão, de crise. Enquanto isso, diante de falta de nomes confiáveis para governar o Brasil, o eleitorado prefere apostar em mais uma incógnita, em mais uma aventura, de tantas que já tivemos. Marina Silva, candidata a presidente pelo PSB não para de crescer nas pesquisas. Já está empatada com Dilma Rousseff, em 34 pontos, segundo a ultima pesquisa do DATAFOLHA. Que futuro nos aguarda? Dá até arrepios de pensar. Há quem chame Marina de uma espécie de Jânio Quadros de saia. Pode ser. Mas o eleitor, mais uma vez, quer mudanças. Já tivemos Jânio, e Collor, que encantaram o Brasil com seus discursos. Um renunciou por causa de “forças terríveis”, o outro foi apeado do poder. Será que Dilma não é mais uma aposta perigosa? Só o futuro nos dirá.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
E o tal decreto “bolivariano” de Dilma?
E o tal Decreto n.º 8.243/2014 da Presidência da República, publicado no Diário Oficial da União de 26 de maio de 2014, que “institui a Política Nacional de Participação Social - PNPS e o Sistema Nacional de Participação Social – SNPS e dá outras providências”, como diz seu resumo introdutório.
Parece que esse decreto é mais uma tentativa do atual governo do PT e de boa parte da esquerda brasileira de criar mais um ornamento democrático. Parece que se esqueceram de que o Brasil é uma democracia representativa. A cada dois anos, nós, os membros da tal sociedade civil, os cidadãos, somos convocados a escolher nossos representantes, vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores, assim como somos convocados também eventualmente para, em plebiscito ou referendo, decidirmos sobre assuntos espinhosos demais para nossos representantes. É assim que funciona a democracia representativa.
Não bastassem esses instrumentos institucionais, agora, a atual presidente da República, num acesso repentino de “democracismo”, assina um Decreto criando a tal Política Nacional de Participação Social e o tal de Sistema Nacional de Participação Social, para, por meio de conselhos, comissões, ouvidorias, fóruns, audiências e consultas públicas e toda essa parafernália aparentemente democrática, fazer de conta que toda a sociedade civil brasileira participa ativamente das diretrizes das políticas públicas.
Os partidos de oposição estão se unindo e querem revogar esse decreto, por considerarem que se trata de um golpe “bolivariano”, um atentado contra a democracia. E é mesmo um golpe. O amigo leitor pode até questionar: mas como um atentado contra a democracia, se a presidente está abrindo canais para que a sociedade civil participe e dê sua dose de colaboração na elaboração de políticas públicas.
Inicialmente, devemos lembrar que não podemos, de forma alguma, substituir ou tentar igualar a representatividade universal estabelecida constitucionalmente para a democracia representativa com a representatividade de conselhos, comissões ou fóruns ditos “populares”. Tentar fazer isso é, realmente, um golpe na democracia. Além disso, quem fará parte desses conselhos populares? Com toda certeza, somente militantes de partidos políticos ou dos chamados “movimentos sociais”.
E onde ficamos nós, cidadãos, trabalhadores, pessoas comuns, membros da sociedade civil, nessa história? Diferentemente desse pessoal dos “movimentos sociais”, dos “blogueiros progressistas”, dos “militantes de partidos”, nós, cidadãos, temos que trabalhar, estudar, pagar nossas contas, pagar os impostos, cuidar de nossas famílias, de nossas casas, de nossas vidas, enfim. Nós, cidadãos comuns, trabalhadores, contribuintes, que sustentamos com nossos impostos toda essa enorme e muitas vezes inútil burocracia estatal, não temos tempo, disposição, nem conhecimento técnico para participar de conselhos e audiências públicas. Nós já elegemos nossos representantes lá no Congresso Nacional, nas assembleias legislativas e nas câmaras municipais. Nós, cidadãos, contribuintes, trabalhadores, temos mais o que fazer do que ficar dando palpite sobre coisas das quais não entendemos.
Então, quem vai participar desses conselhos? Provavelmente, gente que tem tempo para ficar o dia todo fazendo manifestação, invadindo propriedades alheias, depredando prédios públicos e privados, que fica o dia todo escrevendo em blogs e fazendo panfletagem nas redes sociais, enfim, desocupados...
Nas próximas eleições, nós, cidadãos, os verdadeiros representantes da sociedade civil, termos de dar um basta nesta baderna em que se transformou este país. Esse é o único caminho verdadeiramente democrático de mudança: o voto, livre e consciente. É por meio dele que nós, o povo, a sociedade civil, vamos eleger nossos representantes, que terão o encargo de definir as diretrizes das políticas públicas. O resto é conversa mole, é teatro, é golpe. Acorda, Brasil!

