Vamos ver quais são os destaques dos dois principais jornais de São Paulo hoje.
A principal manchete da FOLHA DE S. PAULO deste domingo é “Crise deve punir salários mais altos”. Segundo o jornal, os trabalhadores que recebem salários mais altos serão os maiore prejudicados com os efeitos da crise mundial em 2009. A conclusão é de um estudo do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Isso está ocorrendo, segundo a pesquisa, em razão das demissões em grandes empresas do setor industrial. Segundo o IPEA, os funcionários com remunerações acima de dez salários mínimos (R$ 4.650) deverão ter mais dificuldade em encontrar e manter seus empregos.
Outro destaque da FOLHA é o desemprego no Japão, que atinge diretamente os brasileiros que lá estão. Segundo estimativa do consulado do Brasil em Nagóia, de 50 mil a 60 mil brasileiros perderam emprego nos últimos meses no Japão. Cerca de 25 mil brasileiros já retornaram ao Brasil devido ao agravamento da crise econômica. A crise afeta principalmente a indústria automotiva e de eletrônicos, nas quais a maioria dos decasséguis trabalha.
Já o jornal O ESTADO DE S. PAULO dese domingo traz a manchete “Retomada do crédito não chega ao consumo”. A matéria afirma que, apesar de o governo afirmar que a oferta de crédito no Brasil já voltou aos níveis que antecederam ao aprofundamento da crise econômica, análises divulgadas pelo próprio Banco Central que a realidade não é bem essa. Segundo o jornal, no último trimestre de 2008, as novas concessões de empréstimos para pessoas físicas caíram 4,9% em relação a igual período de 2007. Para as pessoas jurídicas, o recuo foi de 2,5%.
Outra matéria interessante do ESTADÃO deste domingo de carnaval é sobre a onda contra trabalhadores estrangeiros nos Estados Unidos, por conta do agravamento da crise financeira e do desemprego naquele país. Uma entidade norte-americana que reúne 13 associações de classe com mais de 500 mil membros está bancando uma campanha publicitárias na TV que afirma que no ano passado, 2,5 milhões de norte-americanos perderam o emprego, mas, segundo a entidade, apesar dos milhões de desempregados, o governo daquele país continua atraindo 1,5 milhão de trabalhadores estrangeiros por ano para pegar empregos dos americanos. Eles terminam o anúncio perguntando: “Será que o seu pode ser o próximo?”.
Estes são os principais destaques de hoje dos dois principais jornais paulistas.
A principal manchete da FOLHA DE S. PAULO deste domingo é “Crise deve punir salários mais altos”. Segundo o jornal, os trabalhadores que recebem salários mais altos serão os maiore prejudicados com os efeitos da crise mundial em 2009. A conclusão é de um estudo do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Isso está ocorrendo, segundo a pesquisa, em razão das demissões em grandes empresas do setor industrial. Segundo o IPEA, os funcionários com remunerações acima de dez salários mínimos (R$ 4.650) deverão ter mais dificuldade em encontrar e manter seus empregos.
Outro destaque da FOLHA é o desemprego no Japão, que atinge diretamente os brasileiros que lá estão. Segundo estimativa do consulado do Brasil em Nagóia, de 50 mil a 60 mil brasileiros perderam emprego nos últimos meses no Japão. Cerca de 25 mil brasileiros já retornaram ao Brasil devido ao agravamento da crise econômica. A crise afeta principalmente a indústria automotiva e de eletrônicos, nas quais a maioria dos decasséguis trabalha.
Já o jornal O ESTADO DE S. PAULO dese domingo traz a manchete “Retomada do crédito não chega ao consumo”. A matéria afirma que, apesar de o governo afirmar que a oferta de crédito no Brasil já voltou aos níveis que antecederam ao aprofundamento da crise econômica, análises divulgadas pelo próprio Banco Central que a realidade não é bem essa. Segundo o jornal, no último trimestre de 2008, as novas concessões de empréstimos para pessoas físicas caíram 4,9% em relação a igual período de 2007. Para as pessoas jurídicas, o recuo foi de 2,5%.
Outra matéria interessante do ESTADÃO deste domingo de carnaval é sobre a onda contra trabalhadores estrangeiros nos Estados Unidos, por conta do agravamento da crise financeira e do desemprego naquele país. Uma entidade norte-americana que reúne 13 associações de classe com mais de 500 mil membros está bancando uma campanha publicitárias na TV que afirma que no ano passado, 2,5 milhões de norte-americanos perderam o emprego, mas, segundo a entidade, apesar dos milhões de desempregados, o governo daquele país continua atraindo 1,5 milhão de trabalhadores estrangeiros por ano para pegar empregos dos americanos. Eles terminam o anúncio perguntando: “Será que o seu pode ser o próximo?”.
Estes são os principais destaques de hoje dos dois principais jornais paulistas.

Nenhum comentário:
Postar um comentário