Um avião moderníssimo, com todos os recursos que a mais avançada tecnologia pode oferecer, pilotado por profissionais experientes, o comandante com mais de onze mil horas de voo. Mesmo assim, a tragécia foi inevitável. Ninguém sabe como nem por quê, mas, no final de uma noite de domingo, em pleno Oceano Atlântico, duzentas e vinte e oito pessoas, homens, mulheres e crianças, perdem a vida de uma só vez, sem que ninguém consiga explicar se a causa teria sido falha humana, falha técnica ou simplesmente a fúria da natureza.
Isso me faz lembrar do transatlântico Titanic, aquele que era inafundável, que nem Deus poderia afundar, que, em 1912, tinha, além do luxo e do requinte a bordo, possuía o que de mais moderno a tecnologia da época poderia oferecer a um navio de grandes proporções. Mesmo assim, em sua primeira viagem, um choque com um iceberg o afundou, fazendo mais de mil e quinhentas vítimas fatais.
Parece que, apesar de toda evolução tecnológica, sempre há falhas. Nem poderia ser diferente. Somos seres humanos. Por mais sapiência que tenhamos, somos seres humanos, passíveis de falhas, de erros. O projeto do Titanic, por exemplo, em sua época, parecia perfeito aos engenheiros navais daquele tempo. Era a concepção mais avançada e bem-acabada de um grande navio de luxo. No entanto, aos olhos de engenheiros navais de hoje, o projeto do Titanic é repleto de falhas.
É a evolução, é o homem aprendendo. O triste disso é que foi preciso que mais de mil e quinhentas pessoas morressem, em 1912, quase todas de hipotermia, nas águas geladas do Atlântico Norte, para que o homem aprendesse a fazer navios mais seguros. Foi preciso que milhares de pessoas morressem para que o homem aprendesse a fazer carros e aviões mais seguros. Esperamos que a terrível perda dessas duzentas e vinte e oito vidas preciosas não seja em vão e que a gente aprebda, com essa tragédia lições que nos façam evitar que mais vidas preciosas como essas também se percam pelas aerovias deste planeta.
Isso me faz lembrar do transatlântico Titanic, aquele que era inafundável, que nem Deus poderia afundar, que, em 1912, tinha, além do luxo e do requinte a bordo, possuía o que de mais moderno a tecnologia da época poderia oferecer a um navio de grandes proporções. Mesmo assim, em sua primeira viagem, um choque com um iceberg o afundou, fazendo mais de mil e quinhentas vítimas fatais.
Parece que, apesar de toda evolução tecnológica, sempre há falhas. Nem poderia ser diferente. Somos seres humanos. Por mais sapiência que tenhamos, somos seres humanos, passíveis de falhas, de erros. O projeto do Titanic, por exemplo, em sua época, parecia perfeito aos engenheiros navais daquele tempo. Era a concepção mais avançada e bem-acabada de um grande navio de luxo. No entanto, aos olhos de engenheiros navais de hoje, o projeto do Titanic é repleto de falhas.
É a evolução, é o homem aprendendo. O triste disso é que foi preciso que mais de mil e quinhentas pessoas morressem, em 1912, quase todas de hipotermia, nas águas geladas do Atlântico Norte, para que o homem aprendesse a fazer navios mais seguros. Foi preciso que milhares de pessoas morressem para que o homem aprendesse a fazer carros e aviões mais seguros. Esperamos que a terrível perda dessas duzentas e vinte e oito vidas preciosas não seja em vão e que a gente aprebda, com essa tragédia lições que nos façam evitar que mais vidas preciosas como essas também se percam pelas aerovias deste planeta.

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