Os espetáculos deprimentes que temos visto no Senado, nos últimos dias, são provas incontestes de que nós, eleitores, temos de reformular nossos critérios de voto. Quando eu digo “nós”, refiro-me a todos os milhões de eleitores de nosso país, de norte a sul e de leste a oeste, como se costuma dizer. Se queremos um país mais sério, mais moderno, verdadeiramente democrático e justo, temos de aprender, de uma vez por todas, a real importância de nosso voto. Não podemos mais conviver com o maldito voto “de interesse”, o voto “de favor”, que nada mais é do que uma forma mais moderna do antigo “voto de cabresto”, o “voto de bico-de-pena”, que existia antes da reforma eleitoral de 1932.
O que nós vimos no Senado, nestas últimas semanas, demonstra claramente que, por causa de nosso voto, ainda temos de conviver com determinadas hábitos políticos que já deveriam estar na lata de lixo da história deste país. Todo o Brasil assistiu, estupefato, na última semana, a figurinhas carimbadas da política nacional praticando, ao vivo, em rede nacional, atos de coronelismo e de chantagens, uns contra os outros. Culpa nossa. Nós votamos neles. Nós, eleitores, os colocamos lá, pelo nosso voto ou, o que é pior, pela nossa omissão.
Tudo bem! Nós assumimos nossa parcela de culpa, mas há coisas que fogem de nosso controle. De repente, velhos e figadais inimigos políticos tornarem-se aliados fiéis. De repente, também, o revolucionário líder sindical, que por mais de vinte anos combateu a ditadura militar, as oligarquias regionais e as velhas práticas clientelista, elege-se presidente da República e, igualmente, à mercê das conveniências, resolve se aliar às oligarquias das quais antes se dizia inimigo e manter as velhas práticas clientelistas que tanto dizia combater.
No próximo ano, teremos eleições para deputados estaduais e federais, senadores, governadores e para a presidência da República. Mais importante do que votar para governador e para presidente, é escolher bem nossos legisladores, ou seja, nossos deputados e senadores. É função do Legislativo fazer, analisar e aprovar leis e, sobretudo, fiscalizar o Executivo, isto é, o governo. Por isso, é tão importante que comecemos a pensar logo em quem votar para deputado e senador no próximo ano. É nossa obrigação, como cidadãos, como eleitores, renovar o Congresso Nacional e as assembleias legislativas. Não podemos mais deixar nosso país nas mãos de gente que diz que está “se lixando” para nossa opinião, ou seja, para a opinião de quem lhes paga os generosos salários. É hora de “demitirmos” de vez esses maus políticos, que não dignificam a missão que nós, eleitores, lhes outorgamos. Só nós, com nosso precioso voto, podemos pôr essa gente improdutiva e sem escrúpulos para fora do Congresso Nacional e das assembleias legislativas. Por isso, não se iluda. Não se deixe levar por discursos bonitos, por falsas promessas. Em 2010, vamos tentar, com nosso voto, dar um basta em tudo isso que está aí. Só nós podemos fazer isso. Ninguém mais.
O que nós vimos no Senado, nestas últimas semanas, demonstra claramente que, por causa de nosso voto, ainda temos de conviver com determinadas hábitos políticos que já deveriam estar na lata de lixo da história deste país. Todo o Brasil assistiu, estupefato, na última semana, a figurinhas carimbadas da política nacional praticando, ao vivo, em rede nacional, atos de coronelismo e de chantagens, uns contra os outros. Culpa nossa. Nós votamos neles. Nós, eleitores, os colocamos lá, pelo nosso voto ou, o que é pior, pela nossa omissão.
Tudo bem! Nós assumimos nossa parcela de culpa, mas há coisas que fogem de nosso controle. De repente, velhos e figadais inimigos políticos tornarem-se aliados fiéis. De repente, também, o revolucionário líder sindical, que por mais de vinte anos combateu a ditadura militar, as oligarquias regionais e as velhas práticas clientelista, elege-se presidente da República e, igualmente, à mercê das conveniências, resolve se aliar às oligarquias das quais antes se dizia inimigo e manter as velhas práticas clientelistas que tanto dizia combater.
No próximo ano, teremos eleições para deputados estaduais e federais, senadores, governadores e para a presidência da República. Mais importante do que votar para governador e para presidente, é escolher bem nossos legisladores, ou seja, nossos deputados e senadores. É função do Legislativo fazer, analisar e aprovar leis e, sobretudo, fiscalizar o Executivo, isto é, o governo. Por isso, é tão importante que comecemos a pensar logo em quem votar para deputado e senador no próximo ano. É nossa obrigação, como cidadãos, como eleitores, renovar o Congresso Nacional e as assembleias legislativas. Não podemos mais deixar nosso país nas mãos de gente que diz que está “se lixando” para nossa opinião, ou seja, para a opinião de quem lhes paga os generosos salários. É hora de “demitirmos” de vez esses maus políticos, que não dignificam a missão que nós, eleitores, lhes outorgamos. Só nós, com nosso precioso voto, podemos pôr essa gente improdutiva e sem escrúpulos para fora do Congresso Nacional e das assembleias legislativas. Por isso, não se iluda. Não se deixe levar por discursos bonitos, por falsas promessas. Em 2010, vamos tentar, com nosso voto, dar um basta em tudo isso que está aí. Só nós podemos fazer isso. Ninguém mais.

Nenhum comentário:
Postar um comentário