Mais uma segunda-feira. Nos jornais, as notícias não são das melhores. Segundo a FOLHA de hoje, uma estimativa feita pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) indica que as exportações brasileiras de manufaturados e semimanufaturados devem cair 35% em 2009 na comparação com o registrado em 2008 (de US$ 119,8 bilhões para US$ 78 bilhões), Isso, para todos nós, não é nada bom. Afinal, uma queda tão acentuada nas exportações pode significar menos dinheiro entrando em nosso país. Isso implica em menos empregos.
O mundo também acordou mais preocupado, pois a Coreia do Norte anunciou no fim da noite de ontem (manhã de hoje na Ásia) ter realizado com sucesso um teste nuclear. O suposto teste subterrâneo ocorre semanas depois de o regime comunista anunciar a reativação de seu programa nuclear em retaliação às sanções impostas pela ONU ao país em resposta pelo lançamento de um foguete em 5 de abril. Conforme divulgado pelos principais portais de notícia esta manhã, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, condenou o teste nuclear. Ele teria declarado: "Essas ações, embora não sejam surpresa, dadas as declarações e ações até esta data, são uma questão de grande preocupação para todas as nações". O grande perigo é que o Coreia do Norte é uma ditadura comunista, comandada por um sujeito exêntrico, um verdadeiro louco.
Se já não bastasse tanta violência durante toda esta semana, com o assassinato covarde de uma menina de oito anos de idade, em Rio Claro, interior de São Paulo, agora de manhã, na região do Largo 13 de Maio, em Santo Amaro, zona sul de São Paulo (Capital), um homem fez os passageiros de um micro-ônibus de reféns, Segundo o portal ÚLTIMO SEGUNDO. Não há, ainda, informações de quantas pessoas estariam dentro do micro-ônibus. O tal homem estaria em fulga. Por isso fez os passageiros de reféns. É a violência que não para, não dá folga. E nada se faz de concreto para pelo menos amenizar essa situação.

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