No post anterior, publicado nesta manhã de sexta-feira, 15/05, comentei uma informação divulgada pelo portal CONGRESSO EM FOCO segundo a qual a cota de passagens aéreas do deputado licenciado Robson Rodovalho (DEM-DF) teria sido usada para levar a Brasília duas das principais atrações de um show evangélico apoiado pela igreja Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra. Segundo o portal, a Câmara dos Deputados teria pago passagem para oito integrantes da banda de rock cristão "Oficina G3" e para o o rapper "DJ Alpiste".
Mas a assessoria de imprensa do rapper Dj Alpiste divulgou nota à imprensa nesta noite de sexta-feira, informando que, em momento algum teve conhecimento que o dinheiro destinado às passagens aéreas para o evento "Desperta, Brasília", em 2007, teve origem em verba da câmara dos Deputados. Esclarece, ainda, a assessoria do rapper que todos os shows são negociados diretamente com os produtores dos eventos, que são responsáveis pelo pagamento e envio das passagens aéreas, vaucher de hotel e demais despesas operacionais.
Fica, então, registrado o esclarecimento do rapper DJ Alpiste. Aliás, ele não tem que esclarecer nada. Ele não tem nenhuma obrigação de saber se as tais passagens foram pagas com cotas de deputados ou não. Ele foi contratado, foi lá e cumpriu o seu papel como profissional e pronto. Ele não tem que explicar nada. Quem tem que explicar as informações divulgadas pelo CONGRESSO EM FOCO é quem teria negociado a tal cota de passagens. Os artistas que se apresentarem nada têm a justificar.

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