segunda-feira, 4 de maio de 2009

A gripe suína avança

O mundo todo está preocupado com a possibilidade de termos, realmente, uma pandemia da chamada gripe suína, cujo nome oficial agora é gripe A - H1N1, segundo a Organizaçao Mundial de SAúde, que já cojita passar do atual nível 5 de alerta para o nível 6. Segundo os números divulgados nesta menhã de segunda-feira, dia 04 de maio, são, até agora, 985 casos da doença em todo o mundo, com 26 mortes. Aqui no Brasil, pelo menos até a manhã desta segunda-feira, havia 15 casos suspeitos no Brasil. 

A situação realmente é preocupante. Há divergências entre os cientistas sobre a letalidade da doença. Há os que afirmam que, pelo que ficou claro até agora, a letalidade é baixa, quase comparável à de uma gripe comum, sazonal. Há os que pdem mais cautela quando a isso. Mas a grande verdade é que muito pouco ainda se conhece sobre o vírus e não se sabe ainda o comportamento futuro dessa doença. 

Tudo isso me faz lembrar da terrível epidemia de denque que nós tivemos em nossa cidade em 2007, quando praticamente metade da população pereira-barretense foi infectada. Lembro-me que a população chegou a entrar em pânico, revoltada principalmente com a passividade das autoridades sanitárias do Município naquela época, que viam a epidemia da dengue de um ângulo bastante burocrático. Felizmente, as autoridades acordaram e, graças a excelentes campanhas de prevenção, nos anos seguintes, 2008 e 2009, me parece que os casos de dengue em Pereira Barreto, se existiram, foram insignificante. 

Ainda há dúvidas se o Brasil estaria preparado para uma possível epidemia dessa nova gripe aqui. As autoridades federais dizem que sim. Mas o bom-senso recomenda cautela quanto a isso. 

E Pereira Barreto? Será que, se e quando essa gripe chegar aqui,  estaríamos preparados para combatê-la? Ainda é cedo para saber. Nem há motivos para nos preocuparmos com isso agora. Não há razão para pânico. Vamos aguardar os acontecimentos. O importante é nos mantermos informados sobre o desenrolar dessa epidemia iniciada no México. É a forma mais segura de estarmos preparados se e quando ela possívelmente chegar aqui. 

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