A Itália foi vítima, ontem, do pior terremoto em três décadas. Ao menos 150 pessoas morreram, 1.500 ficram feridas e 50 mil ficaram desabrigadas, na região de Abruzzo, a cerca de 100 km a leste de Roma, a capital do País. Segundo informa hoje o jornal FOLHA DE S. PAULO, o tremor, de 5,8 na escala Richter, pela medição italiana, ou de 6,3, segundo o Serviço Geológico dos EUA, ocorreu por volta das 3h30 (hora local) - 22h30 da noite de domingo, aqui no Brasil - e foi sentido em 26 cidades, principalmente na capital regional, Áquila. É mais uma dasquelas tragédias que demonstram a nossa fragilidade diante da força avassaladora da natureza. O detalhe a ser destacado é que ela ocorreu no primeiro mundo, num país desenvolvido, e não em uma dessas inúmeras regiões miseráveis do planeta. Ninguém está a salvo da ira da natureza. A diferença é que, quando isso ocorre numa região pobre, a tragédia é bem maior, em razão da própria carência local, do despreparo e descado das autoridades e, principalmente, por causa da pobreza. Mas, mesmo sendo em uma das regiões "privilegiadas" do mundo, o terremoto ocorrido ontem foi uma tragédia, um acontecimento triste e lamentável.
FIM DO VESTIBULAR
Pode estar vindo aí o novo vestibular unificado das universidades federais proposto pelo Ministério da Educação. Se esse novo sistema vier a vigorar, isso dpermitirá que os candidatos escolham até cinco opções de curso que podem ser oferecidos por até cinco instituições. No ato da inscrição, o aluno teria que ordenar as suas preferências. Quem colocou um curso como primeira opção teria prioridade, mesmo que a sua nota tenha sido menor, sobre outro candidato que escolheu o mesmo curso como segunda opção e não foi selecionado para a sua primeira escolha, conforme informa, em sua edição de hoje, o jornal FOLHA DE S. PAULO. A vantagem disso é que acabaria com aquela maratona dos jovens que têm que viajar para vários lugares diferentes para prestarem vestibular em várias universidades, a fim de tentar garantir vaga em pelo menos uma delas. É algo que tem que ser estudado com carinho pelas autoridades. Mas o mais importante é facilitar o acesso dos jovens de todos os segmentos sociais à universidade sem que isso acarrete queda na qualidade do ensino. É um desafio e tanto.

Nenhum comentário:
Postar um comentário