Hoje, as manchetes dos dois princpais jornais de São Paulo, destacam que, em cinco meses, a indústria paulista fechou milhares de vagas. Só que os dois jornais divergem nos números. O ESTADO DE S. PAULO fala em 236 miil vagas ("Crise fecha 236 mil vagas na indústria paulista"). Já a FOLHA DE S. PAULO fala em 237 mil vagas ("Indústrias de SP fecham 237 mil vagas em 5 meses"). O ESTADO informa que, em em fevereiro, pelo quinto mês consecutivo, as demissões superaram as contratações na indústria paulista. Levantamento divulgado ontem pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que as empresas do setor fecharam 43 mil postos de trabalho no mês passado, o que representou queda de 2,09% no nível de emprego em relação a janeiro, segundo dados com ajuste sazonal. Foi o pior resultado para um mês de fevereiro na série histórica da Fiesp, iniciada em julho de 1994. No entanto, a Fiesp já tem indícios de que o mês de março pode significar o fim do movimento de perda de postos de trabalho. Na primeira quinzena do mês, o indicador Sensor, que mede a confiança dos empresários, marcou 50,2 pontos, o que indica estabilidade, fato que não ocorria desde outubro de 2008. Nesse período, o indicador chegou a bater em 34 pontos, na primeira quinzena de dezembro.
Sobre o assunto ainda, a FOLHA destaca que, de outubro a fevereiro, é normal que haja queda no saldo de criação de vagas no Estado, devido ao fim da safra da cana-de-açúcar, mas a retração foi, desta vez, muito superior à de anos anteriores.
Ambos os jornais também destacam a tragédia ocorida no começo da noite de ontem, em Goiânia (GO), quando um homem, após agredir sua mulher, roubou um avião monomotor, prefixo PT-VFI, e o derrubou duas horas depois no estacionamento de um shopping center da capital goiâna, causando a sua morte e a de sua filha, de 5 anos de idade.
Uma boa notícia estava estampada hoje nas páginas principais dos principais portais de notícia da Internet. As vendas do varejo brasileiro começaram o ano com crescimento. Na comparação de janeiro com dezembro, na série com ajuste sazonal, o volume de vendas subiu 1,4%, e a receita nominal cresceu 2,1%, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o portal G1, o destaque fica para o setor de veículos e motos, partes e peças, que teve alta de 11,1% nas vendas frente a dezembro do anos passdo.

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