Uma matéria publicada hoje no portal ÚLTIMO SEGUNDO nos dá uma ideia de como a crise financeira mundial atingiu em cheio boa parte da classe média dos Estados Unidos.
Segundo a matéria da agência de notícias EFE, assinada por Paula Gil, milhares de famílias nos Estados Unidos foram empurradas para uma situação inimaginável algum tempo atrás: viver em tendas de campanha, quartos ou motéis baratos de estrada.
Cresce no País o número de acampamentos para gente sem lar, chamados de “tent city” (cidade de tendas). Um dos mais conhecidos fica em Sacramento, capital da Califórnia, que já abriga entre 300 e 400 pessoas e cresce a um ritmo de cinquenta novos residentes por dia. Trata-se de um assentamento de tendas de campanha sem serviços básicos de nenhum tipo que atraiu a atenção da imprensa e das ONGs, que alertam para as más condições higiênicas e do risco de que doenças como o cólera comecem a se propagar.
Um porta-voz de uma organização humanitária chamada "Loaves and Fishes" (Pãos e Peixes) afirma que esses acampamentos não têm nenhum tipo de saneamento. "Estamos preocupados com as condições sanitárias. Não há saneamentos, não há água, só latas de lixo", afirma.
Em razão disso, há uma proposto do prefeito de Sacramento, Kevin Johnson, de transformar esse tipo de acampamento naquela cidade em um assentamento permanente. Johnson, uma antiga estrela da equipe de basquete Phoenix Suns, conseguiu atrair a atenção dos meios de comunicação para "tent city" de Sacramento que, embora não seja a única do País, se transformou em um símbolo da recessão. A organização "Loaves and Fishes" denuncia que o número de pessoas sem casa cresceu na região 26% no último ano e que estão se encontrando com famílias em situações dramáticas.
Em Orange County, ao sul da Califórnia, a imprensa alertou de um triste fenômeno: cada vez mais famílias vivem em quartos de motel durante meses, ou inclusive, anos, após perder seus lares ou trabalhos. A região é conhecida pelos altos preços dos aluguéis, a escassez de casas subsidiadas pelo Estado e a abundância de motéis vazios que em outros tempos alojavam os turistas da Disneylândia. Em seus quartos vivem hoje, segundo as organizações humanitárias da região, mais de mil famílias, que pagam em torno de 800 dólares semanais pelo alojamento, mas que não têm economias para enfrentar o depósito de um aluguel nem acesso a créditos para a compra de uma casa, segundo reportagem da portal ÚLTIMO SEGUNDO/AGÊNCIA EFE, assianda por Paula Gil. Para ver a matériia original, clique aqui.
Esta é a situação em que se encontrem, hoje, milhões de norte-americanos, em decorrência da crise financeira mundial, que nasceu nos Estados Unidos, com a crise imobiliária do País.
Segundo a matéria da agência de notícias EFE, assinada por Paula Gil, milhares de famílias nos Estados Unidos foram empurradas para uma situação inimaginável algum tempo atrás: viver em tendas de campanha, quartos ou motéis baratos de estrada.
Cresce no País o número de acampamentos para gente sem lar, chamados de “tent city” (cidade de tendas). Um dos mais conhecidos fica em Sacramento, capital da Califórnia, que já abriga entre 300 e 400 pessoas e cresce a um ritmo de cinquenta novos residentes por dia. Trata-se de um assentamento de tendas de campanha sem serviços básicos de nenhum tipo que atraiu a atenção da imprensa e das ONGs, que alertam para as más condições higiênicas e do risco de que doenças como o cólera comecem a se propagar.
Um porta-voz de uma organização humanitária chamada "Loaves and Fishes" (Pãos e Peixes) afirma que esses acampamentos não têm nenhum tipo de saneamento. "Estamos preocupados com as condições sanitárias. Não há saneamentos, não há água, só latas de lixo", afirma.
Em razão disso, há uma proposto do prefeito de Sacramento, Kevin Johnson, de transformar esse tipo de acampamento naquela cidade em um assentamento permanente. Johnson, uma antiga estrela da equipe de basquete Phoenix Suns, conseguiu atrair a atenção dos meios de comunicação para "tent city" de Sacramento que, embora não seja a única do País, se transformou em um símbolo da recessão. A organização "Loaves and Fishes" denuncia que o número de pessoas sem casa cresceu na região 26% no último ano e que estão se encontrando com famílias em situações dramáticas.
Em Orange County, ao sul da Califórnia, a imprensa alertou de um triste fenômeno: cada vez mais famílias vivem em quartos de motel durante meses, ou inclusive, anos, após perder seus lares ou trabalhos. A região é conhecida pelos altos preços dos aluguéis, a escassez de casas subsidiadas pelo Estado e a abundância de motéis vazios que em outros tempos alojavam os turistas da Disneylândia. Em seus quartos vivem hoje, segundo as organizações humanitárias da região, mais de mil famílias, que pagam em torno de 800 dólares semanais pelo alojamento, mas que não têm economias para enfrentar o depósito de um aluguel nem acesso a créditos para a compra de uma casa, segundo reportagem da portal ÚLTIMO SEGUNDO/AGÊNCIA EFE, assianda por Paula Gil. Para ver a matériia original, clique aqui.
Esta é a situação em que se encontrem, hoje, milhões de norte-americanos, em decorrência da crise financeira mundial, que nasceu nos Estados Unidos, com a crise imobiliária do País.
No Brasil, um levantamento feito pela reportagem da FOLHA DE S. PAULO, dibulgado em sua edição de hoje, no Siafi, o sistema eletrônico de acompanhamento dos gastos federais, aponta que os desembolsos do seguro-desemprego atingiram R$ 1,417 bilhão no mês passado, com crescimento de 19% -bem superior aos índices de inflação e de reajuste do salário mínimo, piso do benefício- sobre o mesmo mês de 2008. No bimestre, a expansão do pagamento chega a 25%.
Uma reportagem ingênua de um jornal da cidade de Araçatuba, publicada hoje, afirma que o comércio daquela cidade do interior de São Paulo não foi atingido pela crise financeira internacional. Como diz um pergonagem humorístico do programa Zorra Total, da Rede Globo: espeeeera!

Nenhum comentário:
Postar um comentário