domingo, 1 de março de 2009

O que trazem em destaque o ESTADÃO e a FOLHA deste domingo.

A manchete principal da FOLHA DE S. PAULO deste domingo, dia 1.º de março de 2008 é: "Crise revela despreparo de sindicatos". A FOLHA destaca que, para os líderes sindicais e especialistas, as centrais sindicais estão despreparadas para defender o trabalhador na atual crise, além de revelarem falta de sintonia com o cenário econômico e social e atrelamento ao governo Lula - caso da CUT e da Força Sindical, as duas maiores do País. Até agosto de 2008, as centrais sindicais arrecadaram R$ 55,6 milhões referentes ao imposto sindical, informa o jornal. 

A FOLHA ainda destaca a já aceitação do PT ao nome de Dilma Rousseff como candidata do partido à presidência em 2010.  Os dirigentes petistas já descartamas prévias. A aceitação do PT ao nome indicado por Lula contrasta com a divisão no PSDB, que discute se fará uma consulta para escolher seu candidato. 

"Queda de arrecadação faz governo rever planos anticrise". Esta é a manchete principal de hoje do jornal O ESTADO DE S. PAULO.  Segundo o jornal, a queda de arrecadação do governo federal em janeiro foi de 8,7%, e o governo já vislumbra um fevereiro ainda pior para o caixa e, por isso, já começou a refazer as contas em seus planos de desoneração de impostos e subsídios ao setor privado.

Outro destaque do ESTADÃO de hoje é o anúncio da Volkswagen de que  vai cortar, em 2009, todos os trabalhadores terceirizados, contratados por agências de emprego. A informação foi dada pelo presidente da empresa, Martin Winterkorn, em entrevista à revista alemã Der Spiegel, que circula hoje na Alemanha. No entanto, a subsidiária brasileira informou que o anúncio não afeta o Brasil, pois não há terceirizados na linha de produção brasileira.

Outro assunto importante abordado pelo ESTADÃO deste domingo é o desmatamento no serrado brasileiro. Reportagem do jornal informa que o desmatamento nessa região terá aumentado 14% até 2050, o que deve reduzir a área preservada para cerca de 1 milhão de Km2. Os dados são de um estudo da Universidade Federal de Goiás (UFG) que prevê redução de 40 mil km2 do bioma por década, se for mantido o ritmo atual de avanço da fronteira agrícola e pecuária.




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