domingo, 15 de março de 2009

Destaques dos jornais deste domingo

O destaque da imprensa neste domingo é o encontro, ontem,  do presidente Lula com o presidente dos Estados Unidos, Barak Obama. Na FOLHA DE S. PAULO, a manchete principal diz: "Obama não se compromete com fim de barreiras a álcool".  O fato é que o presidente norte-americano não se comprometeu a rever as barreiras ao álcool brasileiro. Obama  disse a Lula que mudanças não acontecem do dia para a noite. Ele elogiou a política de biocombustíveis do Brasil, mas se limitou a dizer que espera cooperação e troca de informações. Na verdade, eu particularmente acredito que os Estados Unidos preferem mesmo é criar um combustível próprio a dependeer de uma fonte de energia  estrangeira.

Outro destaque da FOLHA de hoje são as expectativas para a próxima reuniao do G20., em Londres. Segundo o jornal, os ministros da Fazenda e presidentes de bancos centrais dos países membros do G20 anunciaram ontem a disposição de adotar até "instrumentos não-convencionais de política" na ânsia de enfrentar uma crise que o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Khan, batizou de "A Grande Recessão". 

A FOLHA ainda traz, em sua edição de hoje, uma excelente matéria sobre a grande movimentação na cidade de Catanduva em relação aos recentes casos de pedofilia descobertos na quela cidade. 

"Brasil e EUA farão proposta conjunta ao G20 contra a crise" é a manchete principal do jornal O ESTADO DE S. PAULO de hoje.  O ESTADO ainda destaca a posição manifestada pelo presidente norte-americano com relação ao etanol brasileiro. 

O ESTADO ainda traz uma matéria segundo a qual, apesar de o presidente Lula pregar a combinação de "ousadia e coragem" no combate à crise e rejeitar contingenciamentos e cortes de gastos, com o anúncio da queda no PIB brasileiro no quarto trimestre de 2008, o governo  começa a trabalhar com duas realidades que desmentem o discurso oficial: os investimentos públicos estão estagnados, após período de crescimento anterior à crise internacional e, nas conversas internas, a equipe econômica já adota estratégia mais cautelosa, planejando desonerações seletivas e revendo planos de novos subsídios na economia. 

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