Pouco mais de um terço (35%) dos usuários que fazem o pedido para mudar de operadora e manter o mesmo número acabam desistindo do processo antes de sua conclusão.
Os números constam em no relatório da ABR Telecom, entidade que administra a portabilidade no Brasil. Segundo a ABR, desde que o recurso estreou no Brasil em setembro de 2008, 584 mil pedidos de mudança de telecom foram feitos.
Apenas 65% deles, porém, foram concluídos. Os demais pedidos não chegaram a seu fim por diferentes razões. A mais comum é a desistência do usuário, que recebe uma oferta mais vantajosa de sua atual telecom para manter-se fiel a ela ou simplesmente porque o consumidor não envia os documentos solicitados à nova operadora.
De acordo com as regras da Anatel, após efetuar o pedido de mudança de telecom, o usuário deve enviar documentos pessoais à sua nova operadora. Isto é necessário para garantir a segurança do mercado, enviando que um usuário “migre” o telefone de outro sem permissão ou, ainda, tenha um contrato de telefonia sem identificar-se legalmente.
Boa parte dos usuários, porém, desistem ao enfrentar os trâmites burocráticos e acabam permanecendo nas mesmas operadoras onde já estavam. Outra razão para a desistência são falhas nos sistemas de migração.
O regulamento da portabilidade exige que um pedido seja finalizado em até cinco dias úteis, prazo que vai cair para três dias no segundo ano de validade do recurso.
A maior parte dos pedidos para mudar de telecom são feitos por usuários de telefonia móvel. Os celulares respondem por 66% dos pedidos. Os fixos representam 44%.
Na região do DDD 11, Grande São Paulo, em apenas quatro dias (dias 2,3,4 e 5/3) foram efetuados 8,4 mil pedidos de portabilidade.
As informações são de Felipe Zmoginski, de INFO Online.
Os números constam em no relatório da ABR Telecom, entidade que administra a portabilidade no Brasil. Segundo a ABR, desde que o recurso estreou no Brasil em setembro de 2008, 584 mil pedidos de mudança de telecom foram feitos.
Apenas 65% deles, porém, foram concluídos. Os demais pedidos não chegaram a seu fim por diferentes razões. A mais comum é a desistência do usuário, que recebe uma oferta mais vantajosa de sua atual telecom para manter-se fiel a ela ou simplesmente porque o consumidor não envia os documentos solicitados à nova operadora.
De acordo com as regras da Anatel, após efetuar o pedido de mudança de telecom, o usuário deve enviar documentos pessoais à sua nova operadora. Isto é necessário para garantir a segurança do mercado, enviando que um usuário “migre” o telefone de outro sem permissão ou, ainda, tenha um contrato de telefonia sem identificar-se legalmente.
Boa parte dos usuários, porém, desistem ao enfrentar os trâmites burocráticos e acabam permanecendo nas mesmas operadoras onde já estavam. Outra razão para a desistência são falhas nos sistemas de migração.
O regulamento da portabilidade exige que um pedido seja finalizado em até cinco dias úteis, prazo que vai cair para três dias no segundo ano de validade do recurso.
A maior parte dos pedidos para mudar de telecom são feitos por usuários de telefonia móvel. Os celulares respondem por 66% dos pedidos. Os fixos representam 44%.
Na região do DDD 11, Grande São Paulo, em apenas quatro dias (dias 2,3,4 e 5/3) foram efetuados 8,4 mil pedidos de portabilidade.
As informações são de Felipe Zmoginski, de INFO Online.

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